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Publicações 2019

A Praça é do Povo

A nova praça da Matriz
Depois de oito meses de obras, previstos no projeto de revitalização, a Praça Padre Miguel, um dos principais pontos de visitação da Estância Turística de Itu, foi reaberta ao seu principal destinatário – o povo. Aparentemente, ela é a mesma e não poderia ser modificada, pois é espaço tombado. Todavia, recebeu algumas importantes novidades: instalação de wi-fi público, tomadas de energia elétrica e paisagismo renovado.
 
A parte mais dispendiosa e importante do restauro está abaixo do piso de pedras portuguesas. A base foi completamente reconstruída com uma rígida e duradoura camada de 15 cm de concreto e malha de ferro. Embora não seja algo visível, essa intervenção foi necessária para que o pavimento ganhasse mais resistência e esteja apto a receber eventos sem sofrer danos, como ocorria costumeiramente.
 
O pavimento da praça, da maneira em que se encontrava antes das obras, apresentava diversas irregularidades, afundamentos, falhas e rachaduras, dificultando a acessibilidade e oferecendo riscos aos transeuntes. O piso, antes da readequação, comprometia o uso desse espaço público para a promoção de atividades comunitárias como as festas da Paróquia Nossa Senhora da Candelária e datas tradicionais do calendário turístico ituano, como o Carnaval, Estouro do Judas, dentre outros eventos, que mobilizam a população local e atraem grande demanda de visitantes.

Além do contra-piso, foi feita uma rampa de acesso, atendendo à legislação federal de acessibilidade junto à plataforma do Orelhão, que ressurgiu com suas características originais da época em que foi instalado, retomando sua cor laranja e a logomarca da extinta Telesp. O coreto foi restaurado e os desenhos originais do piso foram refeitos em pedra portuguesa, uma vez que os filetes metálicos que compunham as formas originais foram arrancados.

Todas as melhorias seguiram as determinações de órgãos competentes como Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e receberam as devidas aprovações.
 
O restauro minucioso foi custeado com verbas estaduais com finalidade exclusiva para obras turísticas, não havendo possibilidade de uso em outras áreas. O montante, no valor aproximado de R$ 1 milhão, teve origem no Dadetur (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos), órgão do Governo do Estado.
 
 

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Raul Machado Carvalho – Editor
grandeitu@grandeitu.com.br